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Saturday, January 15, 2011

Dez Mandamentos para uma Boa Viagem



Um novo ano é uma viagem. Somos todos viajantes ou, como se diz, "somos todos passageiros, exceto o motorista e o cobrador". Entretanto, tenho pra mim que somos, também, condutores e cobradores desta viagem. Durante o percurso, há os que deixam o trem em alguma estação, pois possuem passagem para outras dimensões. Tornar a viagem prazerosa, emocionante, enriquecedora, depende de cada um. Entre os inúmeros guias de viagem, disponibilizo mais um, com dez mandamentos, que levo em minha mochila.

1. Viva um dia de cada vez

Viver um dia de cada vez é sinal de grande sabedoria. Significa perceber em cada novo dia uma nova oportunidade, um renascimento, uma nova era, um inigualável presente. Um bom viajante deixa-se encantar pelas curvas e retas do caminho, admira as montanhas e os vales. Ama o percurso mais que o destino, se faz presente no presente, sempre.

Um experiente viajante adquire sabedoria disponibilizada na riqueza de cada dia. Não sobrecarrega a bagagem com os ressentimentos do ontem ou com a ansiedade do amanhã. Livra-se constantemente dos excessos, do que sobrecarrega.

2. Ame-se e sinta-se correspondido

O amor a nós mesmos é como um exercício de alongamento para a alma.

O mestre Jesus sintetiza toda a Sabedoria em apenas dois mandamentos: "amarás a Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e ao próximo como a ti mesmo". No primeiro, o desafio é povoar o coração, a alma, o entendimento de amor a Deus, a Essência Elemental, ao Eterno Mistério, ao Criador. No segundo, o desafio é amar ao próximo, e isso a partir do amor existente em nós e por nós, pois ninguém pode dar o que não tem.

Na medida em que amamos a nós mesmos, transbordamos de amor pelo nosso semelhante. Quando não nos amamos, o que chamamos de amor geralmente não passa de posse, de apego, de trocas mesquinhas ou de atitudes movidas por complexo de inferioridade.

Diga sempre para você mesmo, para seu Self, para a essência divina que em ti habita: "Eu te amo". Gradativamente, você se sentirá correspondido, o amor transbordará para outros de forma abundante, incondicional e limpo.

3. Tenha um plano de saúde

Sei que existem muitos planos de saúde. Há os que cobrem consultas médicas, exames, diárias no hospital e até garantem remoção por helicóptero e avião. Isso, para mim, não é plano de saúde, é plano de doença motivado pelo medo. E o que tememos, isso nos sobrevém.

Entretanto, o viajante não sonha com diárias em hospital; prefere um bom hotel. Em lugar de deslocamento aéreo para um hospital, prefere praia ou montanha. Quanto a ficar em uma UTI entubado, prefere os canudinhos que o ligam a uma água de coco gelada, uma caipirinha ou coisa que o valha.

Por plano de saúde estou falando em noites bem dormidas, consciência tranqüila, vida harmonizada, alimentação saudável, exercícios físicos regulares, tempo para o silêncio, meditação e oração, bons relacionamentos, isto sim é plano de saúde.

4. Seja generoso em agradecer

A gratidão é como gorjetas que repassamos ao universo, torna o viajante simpático aos olhos do universo que por sua vez possui mais prazer em servi-lo. O universo acaba tendo um caso de amor com quem se move carregado da sedutora leveza da gratidão.

Quanto mais gratos, mais motivos para ser gratos. A gratidão é a senha que permite o acesso aos tesouros da abundância; em contrapartida, a falta de gratidão e as queixas lamuriosas tornam as fontes de regozijo cada vez mais secas.

5. Transborde de alegria

Como brisa do mar em dias de verão, assim é a sensação vivida pela alma com o toque da alegria: puro deleite. É como o calor e o aconchego de uma lareira, sabor e aroma de um bom vinho, na companhia de quem se ama, em dias de inverno. Na viagem da vida a alegria é como usar roupas leves, sandálias nos pés, tendo as mãos livres. Viajar sem alegria é carregar uma mala sem alças; desconfortável até para quem apenas olha. Quem se alegra produz energia limpa, despolui o ambiente, descongestiona a estrada da vida.

6. Seja amigo de Deus

O viajante, amigo de Deus, não se sente culpado, amedrontado ou julgado. Para ele a idéia de céu e inferno não faz sentido, pois vive no estado paradisíaco da comunhão. Sente prazer em andar com Deus, em senti-lo partilhando sua viagem. Caminha em aceitação, segurança, confiança, íntima ligação. Conversa com a liberdade, leveza e cumplicidade de velhos amigos. Não se move por um código de moral e ética de religiosidade meritória e sim por livre, confiante e deleitável graça. Sabe-se amigo de Deus não pelo lugar que frequenta, crenças que defende, mas pela harmonia interna e externa que experiencia.

7. Adquira liberdade

Proclame sua independência em relação ao domínio de sentimentos menores tais como ódio, ressentimento, mágoa, raiva, ciúme, inveja, desejo de vingança. Aqui também faz sentido o grito de "Independência ou Morte", pois se não nos libertarmos das sombras, dos "demônios interiores", seremos sempre uma colônia do império das trevas. Conquiste a liberdade perdoando sempre, livrando-se das perturbações que a amargura é capaz de gerar. Nas estações de parada, no final de cada dia, não permita que o sol se ponha sobre sua ira.

Um bom viajante tem alma nômade, se encanta com os cenários, mas sem apego; sabe que está de passagem, tão somente.

8. Comemore as conquistas

Não espere grandes feitos para comemorar, até porque a grandeza de uma conquista depende do coração que sente e da forma como é vista. Fique atento aos detalhes, seja um garimpeiro de sabedoria e vá juntando o "ouro" existente em cada momento e acontecimento. E lembre-se: há ouro também na lama. Treine seus olhos para enxergar motivos de celebração sempre, adestre-os para que o ajudem a enxergar a Luz mesmo em meio às trevas e sejam agradáveis companheiros de viagem.

9. Viva sob a única Lei

Seja um viajante de posse do passaporte universal, carimbado com o Amor. Tal carimbo lhe dará acesso facilitado a lindos lugares visitados por poucos ainda. A Lei do Amor é o visto que lhe permite ser bem recebido em todas as dimensões e regiões do planeta e do universo. Refiro-me ao amor incondicional, pois se não for incondicional também não é amor. Não esqueça o Amor; sem ele a viagem perde a Graça.

10. Mantenha limpo o coração

Limpe o coração, ele é o escritório da alma. Livre-se das tralhas guardadas nas gavetas dos pensamentos e dos sentimentos, torne seu espaço interno arejado e o mais clean possível. Livre-se dos arquivos mortos, dos quadros sombrios pendurados na parede da memória. Esvazie a lixeira onde estão depositados os ressentimentos.

Senhoras e Senhores, aqui quem vos fala é o "Capitão da Nave Mãe"... Tenham todos uma boa viagem!

Sunday, December 12, 2010

¿Cuánto pesa un Boeing 747?

Por Víctor Lenore

Más o menos, todos hemos subido alguna vez a un avión, pero poco conocemos de los mecanismos que hacen posible que esos aparatos funcionen con mínimos accidentes. Aquí tienes nuestra selección de los datos más curiosos. Disfruta y no te asustes.



Descubrir algunos detalles sobre su fuselaje y sus tripas puede marear a más de uno. Mientras nosotros nos relajamos en su butacas, de pequeñas piezas trabajan para que el avión despegue, aterrice o se mantenga en el aire.

Peso y características
Empezamos por la pregunta del título: un Boeing 747 vacío, sin combustible ni carga, ni personal, pesa 178.750 kilos. Cargado a pleno para un viaje de largo alcance, puede llegar a los 397.000 kilos.

Un Boeing 747 está compuesto de siete millones de piezas. Tiene 8 kilómetros de tuberías, 247 kilómetros de cableado y capacidad para 12.500 litros de combustible. Para construir el primer B747 se hicieron 75.000 planos de ingeniería.

Otros tipos de avión
El Airbus A380 es el avión comercial más grande del mundo. Mide 73 metros de largo, 79,75 metros de envergadura y 24,1 metros de altura. Tiene capacidad para 555 pasajeros en su versión estándar y hasta 850 en configuraciones con todos los asientos en clase turista.

El avión tripulado más pequeño del mundo es el Starr Bumble Bee II. Medía apenas 2,70 metros de longitud, tenía menos 1,70 metros de envergadura y pesaba unos 180 kilos vacío. Voló por primera vez en mayo de 1988 a 120 metros de altura del suelo para terminar estrellado contra la pista de aterrizaje. Fue el típico divertimento para entrar en el Libro Guiness de los Récords.

Más datos curiosos
Entre los decorados más curiosos destaca el Avión orca de Southwest Airlines. Se trata de una aeronave con forma de orca asesina que promociona a la ballena Shamu del parque acuático de Sea World en Orlando (Estados Unidos).

La aerolínea australiana Qantas dispone de tres aviones pintados con motivos de los aborígenes locales. Los modelos son el Wunala Dreaming, el Nalanji Dreaming y el Yananyi Dreaming. La aerolínea nipona JAL tiene otro pintado con los personajes de Disney, donde destaca la figura de Mickey Mouse.

Un avión comercial grande puede necesitar cinco toneladas de comida en un solo vuelo. El interior de la cabina de pasajeros suele ser tan amplio que dentro podría realizarse el primer vuelo de la historia, el que hicieron los hermanos Wright el 17 de diciembre de 1903. Duró doce segundos y cubrió 36 metros de longitud.

*Datos extraídos de las webs Planeta Curioso, Trotamillas y del Twitter de Diego López Salazar.

Diez maneras de disfrutar el invierno sin esquís

Por Víctor Lenore

Hay paisajes que brillan en verano y otros que lo hacen en invierno. Otro punto a favor de ir al extranjero cuando bajan las temperaturas es la ausencia de masas de turistas en bermudas.



El especialista en viajes Nick Trend, colaborador habitual del periódico británico Daily Telegraph, ha elaborado una lista de los lugares del mundo que saben mejor cuando te los sirven fríos. Todos ellos tienen una atmósfera especial que hará que no eches de menos tu casa.

Laponia finlandesa
Una zona llena de parajes de postal, sobre todo los bosques de coníferas a la hora de la puesta de sol. La mejor manera de disfrutarlo en con un trineo tirado por perros. Esperen temperaturas entre 8 y 12 bajo cero entre enero y diciembre.

Viena
La capital austriaca combina la crudeza del clima invernal con la comodidad de sus cafés lujosamente amueblados. Además, se trata de una ciudad compacta, que puede pasearse de un extremo a otro sin que te congeles (el paseo no es muy largo y está casi siempre cubierto por los edificios). Lo normal es que en estos meses el termómetro bascule entre dos grados y dos bajo cero.

Berlín
Es bonita en todas las estaciones, pero en invierno se agradece especialmente la calefacción central de sus transportes públicos. Además en esta época se pueden disfrutar sus abundantes museos, conciertos y centros culturales sin la masificación habitual. La temperatura oscila entre seis y cero grados.

Los Países Bajos
Muchas cosas han cambiado por aquí desde que los maestros flamencos retrataran la vida del país en los siglos XVI y XVII. En todo caso, hay ciudades cuya arquitectura se ha mantenido intacta, sobre todo Gante y Brujas. Este año se espera que los paquetes y billetes de “último minuto” sean especialmente baratos, ya que el año pasado el invierno fue más duro de lo normal por allí.

Nueva York
No te dejes asustar por el termómetro, que suele bascular entre tres grados y cuatro bajo cero. El arma secreta de la ciudad es un potente sol que hace agradable pasear por sus calles. Durante al menos cinco horas al día la ciudad está preciosa. Nieva regularmente y Central Park está más bonito que nunca.

San Petersburgo
Sus habitantes disfrutan especialmente esta época, ya que desaparecen los mosquitos que les atormentan en verano. Se puede disfrutar del helado río Neva, de los rayos de sol rebotando en las cúpulas de los edificios zaristas y de la visión intimidante de los rusos embutidos en sus gruesos abrigos. Sólo para valientes: la temperatura puede alcanzar los once bajo cero por las noche.

Islandia
Un país hecho de contrastes térmicos, que vive entre el frío extremo y los paisajes volcánicos. La experiencia más placentera es contemplar la aurora boreal mientras tomas un baño al aire libre, sumergido en agua caliente. Tampoco olvides la intensa vida nocturna de Reikiavik.

Aberdeenshire
Las mejores montañas nevadas del Reino Unido. Un precioso paisaje invernal, con temperaturas entre cuatro grados y dos bajo cero. Si el frío puede contigo, siempre habrá a mano una botella del whisky típico de esta región escocesa, el célebre Speyside.

Pekín
Es cielo de la capital china adquiere en los meses de invierno un azul más profundo que nunca. Los días son helados, pero llenos de claridad. Apenas llueve ni nieva, pero los encantos de la ciudad brillan más que el resto del año. La temperatura varía mucho: entre dos grados y diez bajo cero.

Siberia
La opción más extrema del lote. Aquí el frío es tan intenso que algunas ramas de los árboles se colapsan y se caen. No se recomienda ir de paseo, pero sí cruzarla en el famoso tren Transiberiano. El mejor recorrido en Moscú-Pekín , atravesando los hipnóticos paisajes de Mongolia.

Diez destinos que no existen

Por Víctor Lenore

Hay viajeros que no tienen suficiente con el largo y ancho mundo. Necesitan un horizonte inalcanzable para seguir soñando. El suplemento de viajes de El País, seguramente pensando en ellos, se ha inventado una lista titulada “Diez destinos que no existen”.



Se trata de evocar lugares imaginarios que resulten tan atractivos o más que los destinos habituales. Aunque nadie pueda ir allí de vacaciones, se citan zonas similares que sí existen en La Tierra.

El País de Nunca Jamás
Este espacio mágico, central en el universo de Peter Pan, se alcanzaba “girando en la segunda estrella y volando hasta el amanecer”. El diario madrileño sugería conformarse con los espectaculares jardines de Kengsinton (Londres), lugar donde se rodó la última película sobre J.M Barrie, creador del famoso cuento. Quizá sea mejor solución viajar a Los Ángeles y saltar la valla de Neverland, la mansión de Michael Jackson, fan fatal del cuento de J.M Barrie y lo más cercano a un “niño perdido” que ha dado la raza humana.

Hobbitton
J. R. Tolkien imaginó una arcadia plagada de seres fantásticos. Para traducirla al cine, los productores de la trilogía escogieron Matamata, un pueblo rural de la región de Waikato, al norte de Nueva Zelanda. Ahora incluso se ha puesto en marcha un circuito turístico por los decorados de las películas. Sin duda una escapada ideal para conocer a otros fanáticos de la saga.

Gotham City
Imaginen una ciudad corrupta, grisácea y con una enorme tasa de criminalidad. A alguno le vendrá a la cabeza Nueva York, que fue la idea original del creador del cómic, pero a estas alturas cualquier megalópolis de occidente se ajusta bastante a esta descripción. Quizá por ello resulta tan sencillo identificarse con Batman y su lucha contra la corrupción urbana.

Planetas de Star Wars
Aparecen tantos mundos en esta saga que casi podemos encontrar réplicas en cualquier sitio. En el parque Maria Luisa de Sevilla se filmaron algunas escenas. Una visita a las fiestas de Valencia seguramente nos traerá a la cabeza los trajes de fallera que le colocaron a Natalie Portman en sus apariciones como la reina Amidala. Y los paisajes volcánicos de Lanzarote o el desierto de Almería también nos sirven (aunque en realidad, las escenas del planeta Tatooine se rodaron en Túnez).

Tierra de Oz
La tierra idílica de “El Mago de Oz” es ficticia y se rodó íntegramente en decorados de estudios de cine. Nuestras opciones se reducen a visitar Kansas (donde comienza la acción), conformarnos con Disneylandia (otra tierra de fantasía kitsch) o bien acudir a algún desfile del Orgullo Gay (donde abundan los fans de la estética Judy Garland). Otra posibilidad es leer el libro, mucho más bucólico, comedido y digno de disfrute que cualquier adaptación escénica.

El cementerio de los libros olvidados
Los millones de seguidores de “La sombra del viento” (Carlos Ruiz Zafón) quizá lo busquen en Barcelona. Incluso hay una ruta turística por la ciudad condal que nos señala los paisajes de la novela. En todo caso, una pequeña parte del cementerio está en las estanterías de nuestras casas, llenas de volúmenes olvidados que compramos por impulso y al final nos dejamos sin leer.

La Atlántida
Esta isla sumergida, citada en varios textos de Platón, sigue siendo un lugar mitológico. ¿Existió realmente? Resulta casi imposible demostrarlo. Dicen que se parece a la isla griega de Mikonos.

El Dorado
En el Museo del Oro de Bogotá hay una pequeña escultura que representa la ceremonia indígena de arrojar oro al río para calmar a los dioses. Se ve una balsa y unos cuantos indios muisca adornados llevando a cabo este ritual. Muchos conquistadores españoles y británicos se volvieron locos con la leyenda y perdieron la vida buscando una imaginaria ciudad con las calles asfaltadas del precioso metal. ¿Conclusión? Mejor no seguir con este tipo de aventuras...

Pandora
El idílico planeta de Avatar no está todavía al alcance de los seres humanos. Si esta luna del planeta Polifemo existiera, que no es el caso, no sería hasta el año 2154 cuando podríamos llegar hasta ella. Tampoco es que importe mucho. La proyección en tres dimensiones resulta tan realista que es como ya hubiéramos pasado por allí.

Springfield
Atención, pregunta: ¿Dónde podemos encontrar un pueblo con industrias contaminantes, autoridades incompetentes y familias disfuncionales? ¿Dónde hallar madres resginadas, niños rebeldes y padres a los que sólo importa la tele y la cerveza? Matt Groening, creador de Los Simpsons, escogió el nombre de Springfield porque era el que más veces se repetía en la geografía de Estados Unidos. Personajes parecidos a los de la serie tampoco son complicados de encontrar en cualquier municipio de nuestro país.

¿Cuánto cuesta casarse en el Camp Nou?

Por Víctor Lenore

El mercado de las bodas ya ofrece posibilidades de lo más insólito: desde enlaces por el rito balinés a sacerdotes disfrazados de Elvis o un pack para contraer matrimonio en la casa de Julieta Capuleto en Verona. Hace pocos días llego otra idea estelar, de esas que hacen exclamar "¡cómo no se nos había ocurrido antes!". Se trata de casarse en un estadio de fútbol.



Concretamente, el del Barcelona. Los aficionados que deseen contraer matrimonio en el Camp Nou podrán hacerlo. El éxito estaba cantado: el primer día se recibieron en las oficinas del club 25 solicitudes de parejas interesadas.

Cava a ras de césped
Se podrá escoger entre varios lugares emblemáticos: la Platea del Camp Nou, el Hall de Tribuna, la Sala París o la Sala Roma. Cada uno puede ser decorado al gusto de los contrayentes. El Barça regalará una copa de cava a ras de césped a los invitados.

También permitirá el acceso a emplazamientos únicos para una sesión fotográfica de los novios a los lugares más exclusivos del estadio e incluirá un mensaje de felicitación en los videomarcadores. Los invitados podrán desplazarse con el autocar del primer equipo y hacer un tour por la ciudad (por tres horas, mil euros extra).

Precios de primera
El importe mínimo de la ceremonia, el alquiler de la sala y el banquete para 100 personas ronda los 11.000 euros, contando ya con el descuento del 15% para socios. La oferta varía según la capacidad de la sala escogida para la celebración. La más barata es la Sala Fundació (de 25 a 100 personas), a partir de 1.600 € . En cambio, el vestíbulo de tribuna, con capacidad para 1.000 personas, sale por 13.500 euros.

Si se quiere que el banquete esté iluminado por las seis copas de 2009 el extra cuesta 1.500 euros. Quien quiera animar la fiesta con del equipo de cheerleaders de la sección de baloncesto tendrá que pagar 1.600 euros. Otros servicios propias de bodas corrientes se ciñen a los precios de mercado: 1.100 euros por un disc-jockey, 1.000 por animación infantil y 600 por guardarropía.

El Periódico de Catalunya remataba la noticia con una frase bastante divertida: “Por primera vez, alguien vestido de blanco será bienvenido en el estadio”.

¿Un hotel de lujo en el espacio?

Por Víctor Lenore

El turismo espacial ya es una realidad, aunque sólo para los terrícolas más adinerados. De momento, no parece que la gente corriente vayamos poder subir allá arriba, así que la empresa rusa Orbital Technologies ha anunciado un hotel cósmico para millonarios.



“Está previsto que el módulo en su interior sea mucho más cómodo que el de la ISS (siglas inglesas de la Estación Espacial Internacional), que es donde se quedan ahora. Un hotel debe ser confortable y dar facilidades para la contemplación de La Tierra a través de grandes ojos de buey", explicó Sergei Kostenko, máximo responsable de Orbital Technologies. El empresario promete interiores agradables y un menú cocinado por chefs de renombre, enviado en paquetes especiales desde la Tierra.

Apertura: 2016
Según se anuncia, el primer módulo tendrá cuatro cabinas, diseñadas para un máximo de siete pasajeros, que dispondrán de un espacio de 20 metros cúbicos. Aún no han dado a conocer los precios, pero se espera que sean astronómicos. Kostenko señala también que el hotel podría ser un refugio para los trabajadores de la Estación Espacial Internacional si se tiene algún tipo de dificultad.

En la página web de Orbital Technologies se cita como contratista del proyecto a RKK Energía, una empresa fabricante del vehículos espaciales controlada por el estado ruso. Entre otras cosas, RKK Energía construye las cápsulas Soyuz y las naves de carga Progress que llevan a la tripulación y los suministros a la ISS. Se supone que el establecimiento comenzará a funcionar en 2016.

Malos precedentes
También hay quien se muestra escéptico respecto a su construcción. Según señala la web de la BBC, esta no es la primera vez que se intenta algo parecido. En 2009, un estudio de arquitectura de Barcelona presentó el Galactic Suite Space Resort, que teóricamente recibiría sus primeras reservas para 2012.

Lo que nadie niega que el proyecto sea posible. En 2007 un magnate hotelero estadounidense confirmó que se podría construir un hotel cósmico gracias a un viaje de investigación de la nave Genesis II. Su empresa se llama Bigelow Aerospace. Esperemos un tiempo a ver qué pasa...

Primer tren de levitación magnética en España

Por Víctor Lenore

El transporte de levitación magnética, también conocido como Maglev, sostiene vehículos gracias a un sistema de imanes. Ofrece suspensión, guía y propulsión de vehículos. En muchos aspectos, supera a las ruedas. Parece un vehículo sacado de películas de ciencia ficción, pero ya está en proyecto en nuestro país.



Uno de sus mayores desarrollos está en la industria ferroviaria. ¿Qué aporta a las opciones ya existentes? Mayor velocidad, silencio y suavidad. Tiene potencial para superar los 6400 kilómetros por hora en un túnel de vacío. En la actualidad, esta opción ferroviaria de se encuentra en funcionamiento únicamente en Shangai (China).

El proyecto puede importarse pronto a España, de hecho está en discusión en la Junta de Andalucía. El objetivo es mejorar la conexión del casco urbano de Sevilla con el Parque Científico y Tecnológico de La Cartuja. Esta operación ayudaría a desatascar el denso tráfico de la ciudad.

Polémica por el precio
El coste estimado del proyecto es de 165 millones de euros. Según Tendencias 21, página web de referencia en adelantos tecnológicos, esta cifra no convence a todos, ya que hay expertos que sospechan que puede dispararse. Otros señalan que el tramo es demasiado corto para poder rentabilizarse.

Esta tecnología ya cuenta con un rechazo sonado: en marzo de 2008 se abortó el TransRapid, que debía comunicar la ciudad de Munich con su aeropuerto. Según informó en su día la agencia EFE, los 1.850 millones de euros presupuestados inicialmente para el proyecto se habían disparado a unos 3.400 millones, costes que ni el Estado ni el Gobierno regional de Baviera estaban ya dispuestos a seguir sufragando. El Estado se había comprometido a contribuir con un máximo de 925 millones de euros y Baviera había prometido aportar 500 millones.

Datos clave
De momento no se ha hecho público ni el precio que tendrán los billetes ni de qué forma se conectará con otras redes de transportes de la ciudad. Ambos datos son claves para evaluar la conveniencia del proyecto. El grupo ACS ha desarrollado esta tecnología y se ha presentado para ponerla en marcha en Sevilla, con el propósito extra de lograr su homologación por parte de las autoridades europeas.

La idea es construir un tren de levitación magnética que comenzaría su recorrido en el actual apeadero del AVE en la Cartuja y finalizaría en la avenida Blas Infante, completando un recorrido de seis kilómetros.

Ciudades de gelatina

Por Víctor Lenore

La artista Liz Hickcok es famosa por sus ciudades de gelatina. Nació en Boston, pero vive en San Francisco, la ciudad que le inspiró su obra más comentada: San Francisco In Jell-O. Su propuesta consiste en reproducir diversos rincones y paisajes de la ciudad usando gelatina como componente principal...



La obra recibió cobertura en medios como The New York Times, Harper’s, San Francisco Magazine o la revista culinaria Gastronomita. También fue portada de la Artweek y de la publicación francesa Gusto.

Arte efímero
Su método de trabajo es hacer maquetas a escala de los lugares que le interesan. Luego usa estas construcciones como moldes donde introduce la gelatina. Liz añade decorados, que pinta ella misma, así como montañas o arbolitos y también se ocupa de la iluminación.

En realidad, se parece un poco a hacer decorados psicodélicos para películas. Una de las singularidades del arte de gelatina es que es efímero. En poco tiempo los paisajes y edificios se deshacen, quedando sólo en el recuerdo, además de los vídeos y fotografías. Por eso la artista solo trabaja este tipo de esculturas sobre pedido.

Vida inestable
Muchos se preguntarán cuál es el sentido de todo esto. La artista explica así sus motivaciones: "Creo que mi San Francisco de gelatina captura muy bien el tipo de luz que tiene la ciudad, así como el carácter abierto al juego de sus habitantes".

También refleja otros aspectos, como "lo inestable de la vida contemporánea". Además, según ella, ha creado tendencia: "No os podéis imaginar la cantidad de e-mails que recibo de gente que hace obras con gelatina".

Terremoto recordado
Cuando les da la luz del día, sus esculturas tienen un aura pop. Para contrarrestar este efecto, en una de sus mayores exposiciones Liz colocó su San Francisco en una oscura esquina, iluminándola desde abajo y añadiendo niebla. La sensación cambia por completo, quedando más cerca de una copia comestible de los sombríos fotogramas de “Blade Runner”.

Ante la atónita mirada de los críticos, Hickok sacudió la base de la escultura, recordando el famoso terremoto que arrasó la ciudad en 1906. Tampoco arriesgaba nada si se rompía, en el fondo sus esculturas no duran más que veinticuatro horas.

Las ciudades que todos quieren visitar

Por Víctor Lenore

Muchas personas aprovechan las vacaciones para hacer turismo, y cuando se acercan varios días seguidos, los destinos son muy variados. Lonely Planet, una editorial de de guías turísticas, propone cada año diez ciudades especialmente apetecibles para visitar, incluyendo los motivos para recomendarlas. Para todos los gustos...



Entre las escogidas en 2011 se ha colado una capital de provincia española, la única europea del listado. Aunque hay alguna ciudad clásica para los turistas, en la mayoría de los casos se trata de saber hoy lo que va a ponerse de moda dentro de unos meses. Lean y decidan qué les puede interesar.

1. Nueva York (Estados Unidos)
Los internautas más maliciosos dicen que encabeza la lista sólo porque en 2011 se cumple una década del atentado contra las Torres Gemelas. En todo caso, es una ciudad que fascina igualmente a rockeros, agentes de bolsa, directores de cine y en general, a todo el mundo. En febrero está previsto erigir un monumento conmemorativo en la Zona Cero.

2. Tánger (Marruecos)
Ya en los sesenta era un lugar de peregrinación predilecto de bohemios estadounidenses y adinerados europeos. Ya sabemos que en las ciudades-frontera siempre pasan cosas interesantes. Los especialistas recomiendan acercarse en otoño o primavera.

3. Tel Aviv (Israel)
Se trata de una ciudad muy impopular, sobre todo ahora que diversas ONG y asociaciones ciudadanas de todo el mundo han lanzado una campaña de boicot económico contra el estado de Israel por sus agresiones a Palestina. En todo caso, Lonely Planet apuesta por ella como “ciudad hedonista” y “capital cultural del Mediterráneo”.

4. Wellington (Nueva Zelanda)
La describen como “la pequeña capital más 'cool' del mundo”. Destacan su gastronomía, boutiques, acceso a parques ecológicos y dinamismo nocturno. Además la ciudad será sede de la Copa del Mundo de Rugby en 2011.

5. Valencia (España)
Será la capital europea del deporte en 2011. Entre otros eventos acogerá la Copa Americana de Yatching y el circuito anual de Fórmula 1. Se valora también la riqueza de su patrimonio cultural y complejos emblemáticos como la Ciudad de las Artes y las Ciencias.

6. Iquitos (Perú)
Los visitantes suelen acudir para tener su experiencia en la selva amazónica, pero descubren los encantos de una ciudad palpitante de vida. Werner Herzog rodó aquí una de alguna de sus películas más salvajes. La banda sonora de los bares es la salsa más potente, un estilo casi olvidado en Occidente. El museo más visitado de la ciudad es el de etnografía amazónica. No se pierdan tampoco el caos de su famoso mercado fluvial.

7. Gante (Bélgica)
Siempre ha estado eclipsada por Bruselas, Brujas y Amberes, las tres estrellas del turismo belga. Esta vez se recomienda no saltarse esta ciudad porque “aquí se esconde uno de los mejores paisajes de Europa si te gustan los ríos, torres de la Edad Media y casas señoriales de cualquier época”. Este año culmina la reforma para que todo el centro sea peatonal.

8. Delhi (India)
Esta megalópolis abarca la vieja y nueva Delhi. Sus infraestructuras han mejorado bastante tras alojar los Juegos de la Commonwealth 2010. Este año la ciudad celebra su centenario con un programa cultural colorido y animado. En realidad, dicen los expertos, es como visitar ocho ciudades en una sola.

9. Newcastle (Australia)
Se trata de la elección que más ha sorprendido a los periodistas de viajes al publicarse la lista. Newcastle vuela bajo el radar de los viajeros internacionales, incluso entre los australianos, pero tiene atractivos importantes como playas de surf, un clima subtropical, grandes dosis de sol y una envidiable escena de espectáculos y restaurantes.

10. Chiang Mai (Tailandia)
Ojo a la metáfora: “Si Chiang Mai fuera una persona, sería Bob Dylan”, explica uno de los redactores de la lista. A pesar de su avanzada edad, todavía desprende cierto chic bohemio que hace que sea relevante en la escena internacional. Ideal para quienes quieran huir del bullicio de la visita de Bangkok, sin renunciar a los templos y ganando en variedad de la vida cultural.

Sunday, November 14, 2010

Keep on Truckin



por Clicio Barroso em 13 de setembro, 2010

O mundo é tocado por pessoas que pensam, planejam, executam, se orgulham, algumas vezes falham, recomeçam.
Arauto do óbvio?
Talvez.
Na verdade o assunto aqui é o perfil psicológico das pessoas que trabalham.
Há basicamente três motivos a nos impulsionar profissionalmente:
Ideologia, e aí se incluem razões religiosas, políticas, e paixões ilógicas.
Ego, onde cabem o prestígio, o status, e a fama.
Dinheiro, puro e simples.
Claro que se tudo fosse tão maniqueísta assim, preto no branco, o mundo seria muito previsível, e provavelmente entediante.
O caminho mais inteligente para os que gerenciam pessoas é identificar a motivação dos estão sob sua batuta e conseguir reger a sua orquestra com swing. Com jogo de cintura. Saber prever comportamentos, reações, estabelecer laços e parcerias, ser duro quando necessário.
O problema fica mais complicado quando os motivos se entrelaçam, se misturam.
Se o dinheiro é o fator primordial, as soluções são diretas; premia-se o bom trabalho com mais dinheiro. Acontece que há um limite de quanto é suficiente (nunca é), e na falta de outro fator de impulso, o profissional acaba sempre se sentindo injustiçado, desvalorizado.
Se a pessoa é movida a ego, então elogios, promoções (mesmo que desacompanhadas de aumento salarial) e destaque na mídia costumam bastar para que seja estabelecido um nível de satisfação confortável.
Já o idealista, esse não se importa com dinheiro, e geralmente é avesso à fama. Precisa de outro tipo de combustível, impregnado de sentimentos nobres, e o incentivo é a aceitação e compartilhamento das idéias que são sua razão de vida.
Quando se mistura ego com dinheiro, o resultado é status. Ascenção social. Egocentrismo raso, superficialidade.
Já o idealista com dinheiro costuma perdê-lo (o dinheiro), e voltar à posição original, vista por muitos como romântica.
Ego mais idealismo forma uma mistura mais explosiva; os caudilhos costumam se originar a partir desse caldo.
Líderes costumam ser mais complexos; uma dose de idealismo, dinheiro suficiente, uma pitada de ego inflado e inteligência, se traduzem em poder; não necessariamente ruim, esse poder traz subsídios para o progresso, para as idéias grandiosas, para realizações.
O caminho do meio sempre acaba sendo o mais profícuo, e a dosagem ponderada dos três elementos básicos é que cria o equilíbrio necessário para que o mundo se mova adiante.