Saturday, December 29, 2007

Árvore de Natal da Lagoa da Pampulha/BH-MG



A árvore de natal ao redor do mundo


Na Europa, uma das tradições natalinas consiste em decorar um pinheiro com maçãs, doces e pequenos wafers brancos, representando a eucaristia. A Árvore do Paraíso, como é chamada, era o símbolo da festa de Adão e Eva, que acontecia no dia 24 de Dezembro, muito antes da tradição cristã do Natal. Hoje, a árvore não só representa o Paraíso como no início da tradição, mas também a salvação.
Segundo uma antiga tradição alemã, a decoração de uma árvore de natal deve incluir 12 ornamentos para garantir a felicidade de um lar:
Casa: proteção
Coelho: esperança
Xícara: hospitalidade
Pássaro: alegria
Rosa: afeição
Cesta de frutas: generosidade
Peixe: benção de Cristo
Pinha: fartura
Papai Noel: bondade
Cesta de flores: bons desejos
Coração: amor verdadeiro

Árvore de Natal da Lagoa da Pampulha/BH-MG


A tradição do pinheirinho de natal


A primeira referencia à árvore de natal como a conhecemos hoje data do século XVI. Em Strasbourg, Alemanha (hoje território francês), tanto famílias pobres quanto ricas decoravam pinheirinhos de natal com papéis coloridos, frutas e doces. A tradição espalhou-se, então, por toda a Europa e chegou aos Estados Unidos no início de 1800.
De lá pra cá, a popularidade da árvore de natal só cresceu. A lenda conta que o pinheiro foi escolhido como símbolo do natal por causa da sua forma triangular, que de acordo com a tradição cristã, representa a Santíssima Trindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Árvore de Natal da Lagoa da Pampulha/BH-MG

Árvore de natal: saiba mais sobre a tradição do pinheirinho

Um símbolo da vida, a árvore de natal é uma tradição muito mais antiga do que o Cristianismo e não é um costume exclusivo de nenhuma religião em particular. Muito antes da tradição de comemorar o Natal, os egípcios já levavam galhos de palmeiras para dentro de suas casas no dia mais curto do ano, em Dezembro, simbolizando A triunfo da vida sobre a morte.
Os romanos já enfeitavam suas casas com pinheiros durante a Saturnália, um festival de inverno em homenagem a Saturno, o deus da agricultura. Nesta época, religiosos também enfeitavam árvores de carvalho com maçãs douradas para as festividades do Solstício de Inverno.

Sunday, December 02, 2007

Topo do Mundo - Belo Horizonte/MG


"Minas não tem mar. Minas tem montanhas, matas e tem céu.Minas não tem mar. Lá, quem quiser navegar tem de aprenderque o mar de Minas é em outro lugar.O mar de Minas não é no mar.O mar de Minas é no céu, pro mundo olhar pra cima e navegarsem nunca ter um porto onde chegar."(Rubem Alves)

Sunday, November 25, 2007

Cirque du Soleil Hoje 24 de Nov 2007 em Belo Horizonte


O espetáculo A história de aristocratas decadentes, nas monarquias da Europa do século XVII, é contada com números de saltos, contorcionismos, malabarismos, palhaços e outras modalidades de apuro técnico e acrobático que fizeram do Cirque du Soleil o mais famoso circo do planeta. O espetáculo “Alegria”, cuja montagem foi criada em 1994 pelo italiano Franco Dragone, coloca em cena 53 artistas de 14 nacionalidades, entre eles o brasileiro Marcos de Oliveira Kazuo, de 33 anos, que está há cinco no grupo como palhaço. O espetáculo tem 2h40 de duração, conta com 800 toneladas de equipamento, 200 fantasias. Entre os destaques de "Alegría" estão solos vocais de cantoras, a música interpretada ao vivo por uma banda, além de números como os de malabaristas com tochas e um momento do show criado pelo russo Slava Polunin (do "Slava's snow show").Em 2006, o grupo trouxe ao Brasil a montagem “Saltimbanco”, visto por 240 mil pessoas em São Paulo e no Rio de Janeiro, com ingressos esgotados meses antes do início das apresentações. Infra-estrutura Uma cidade foi montada atrás da tenda do circo com lavanderia, cozinha, restaurante e um espaço para o camarim e os ensaios. O pequeno palhaço russo Nikita Moiseev, de 12 anos, quando não está atuando, vai para a escola, ou melhor, a escola vai até ele, já que a companhia traz na bagagem uma grande infra-estrutura, como salas de aula e professores para os artistas mirins e filhos dos empregados.

ALEGRÍA - Cirque du Soleil - Belo Horizonte


Ontem eu fui no Cirque du Soleil, vou falar o quê? Nossa é maravilhoso, eu gostei muito, mais do que o Saltinbanco do ano passado, realmente mesmo sendo um espetáculo muito antigo e que não faz sucesso mais nos EUA e na Europa aqui na América do Sul estão ganhando muito dinheiro, tudo começa quando vc desembolsa os 225,00 reais no ato da compra, depois no dia vc tem a primeira punhalada quando chega de carro para estacionar o que deveria estar dentro do preço carissimo do espetáculo ainda mais quando o estacionamento é o chamado"ESTACIONAMENTO OFICIAL DO CIRQUE" 20,00 reais, tudo bem estou indo me divertir.... ai vc chega entra na lojinha e é duplamente apunhalado por todas partes, se quiser comprar um Imã de geladeira vc deve pagar 15,00 reais, uma camisa do cirque 65,00, uma mascara bom isso depende vai desde 55,00 até 1900,00 reais, um guardachuva 75,00, o programa que tb deveria estar incluido 19,00 reais, ok vamos pensar que é tudo padronizado e que os valores são em dolares e em qualquer parte do mundo vc pagaria isso, mais me conta e a lanchonete horrorosa? Sim porque não vai me dizer que um refrigerante qualquer custa 4,00 reais e que aquele cachorro quente horrível é 6,00 reais, fala sério até pagaria se ele realmente fosse um brastemp, o que eu faço na minha casa é dez mil vezes melhor que aquele pão com hot dog e batata palha, um baldinho pequenininho de pipoca 13,00 reais, tudo bem estou indo para me divertir a próxima vez eu vou comido, Rs... tudo é muito organizado, os banheiros o pessoal que te recebe, tudo é ótimo tirando isso que eu falei, vale muito a pena o espetáculo que é sem dúvida m.a.r.a.v.i.l.h.o.s.o, ah! não ouse chegar atrasado porque ele começa exatamente naquela hora que está no seu ticket e as portas se fecham, ai queridos vcs ficam de fora, sorry...

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Friday, November 23, 2007

Foto: Belo Horizonte - Minas Gerais


Visita meu Blog, meu outro fotolog com fotos de Belo Horizonte/MG e para quem estiver mais interesado tem o Flickr onde poderam encontrar fotos maravilhosas tiradas por mim e tem muitas coisas legais, segue a continuação o link:






TalvezTalvez eu venha a envelhecer rápido demais.Mas lutarei para que cada dia tenha valido a pena. Talvez eu sofra inúmeras desilusões... Mas farei que elas percam a importância diante dos gestos de amor que encontrei. Talvez eu não tenha forças para realizar todos os meus ideais. Mas jamais irei me considerar um derrotado. Talvez em algum instante eu sofra uma terrível queda. Mas não ficarei por muito tempo olhando para o chão... Talvez um dia o sol deixe de brilhar. Então, irei me banhar na chuva. Talvez um dia eu sofra alguma injustiça. Mas jamais irei assumir o papel de vítima. Talvez eu tenha que enfrentar alguns inimigos. Mas terei humildade para aceitar as mãos que se estenderão em minha direção. Talvez eu seja enganado inúmeras vezes. Mas não deixarei de acreditar que em algum lugar alguém merece a minha confiança. Talvez com o tempo eu perceba que cometi grandes erros. Mas não desistirei de continuar trilhando meu caminho. Talvez com o decorrer dos anos eu perca grandes amizades. Mas irei aprender que aqueles que realmente são meus verdadeiros amigos nunca estarão perdidos. Talvez eu fique triste ao concluir que não consigo seguir o ritmo da música. Mas então, farei que a música siga o compasso dos meus passos. Talvez eu não consiga mais enxergar um arco-íris. Mas aprenderei a desenhar um, nem que seja dentro do meu coração. Talvez hoje eu me sinta fraco. Mas amanhã irei recomeçar, nem que seja de uma maneira diferente. Talvez eu não aprenda todas as lições necessárias. Mas terei a consciência que os verdadeiros ensinamentos já estão gravados em minha alma. Talvez eu não tenha motivos para grandes comemorações. Mas não deixarei de me alegrar com as pequenas conquistas. Talvez eu não seja exatamente quem gostaria de ser. Mas passarei a admirar quem sou. Porque no final saberei que, mesmo com incontáveis dúvidas, eu sou capaz de construir uma vida melhor. E, se ainda não me convenci disso, é porque como diz aquele ditado: "Ainda não chegou o fim",porque no final, não haverá nenhum talvez, mas a certeza de que a minha vida valeu a pena e eu fiz o melhor que podia.
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Ħéctor ƒalcón Řodríguez
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® Marca Registrada

Friday, October 19, 2007


A arquitetura grega apresenta uma história igualmente longa e característica. Os gregos edificaram os seus primeiros templos no século VII a.C., influenciados pelas plantas das casas micênicas que apresentavam uma sala central rodeada de colunas. Os primeiros templos eram pequenas construções na forma de cabanas, feitas de madeira, cascalho ou tijolos de barro, algumas vezes com telhado de folhas. Os templos com colunas de pedras são raros antes do VI século. A partir dai, os gregos concentraram as suas pesquisas estruturais num único sistema: o trílito (formado por dois pilares de apoio e por um elemento horizontal de fecho).
Na arquitetura, as formas variavam pouco de região para região. Os templos eram construídos com linhas retas retangulares, sem arcos nem abóbodas. O projeto era simples: uma construção de forma standardizada retangular sobre uma base ou envasamento de geralmente três degraus, com colunas no pórtico, na extremidade oposta ou em todos os seus lados e o entablamento de remate. O núcleo do templo era uma zona fechada, formada por uma ou mais salas, onde era colocada a estátua do deus. Este espaço era envolvido por pórticos com colunas que suportavam a cobertura de duas águas, construída normalmente em madeira e rematada por dois frontões triangulares. Sendo as cerimônias realizadas ao ar livre, os arquitectos gregos preocuparam-se mais com a sua imagem exterior do que com o espaço interior, reservado aos sacerdotes. As estátuas e as paredes dos templos eram, muitas vezes, desenhadas, mas nada dessa arte chegou até nós.

As cariátides, no Erectéion.
Apesar da quase total normalização da forma do templo, existiram algumas exceções, como o templo de planta circular, designado por Tholos, ou a substituição das colunas por estátuas femininas (Cariátides) no pórtico lateral do Erectéion, outro dos templos erguidos na Acrópole de Atenas.
Os gregos não usavam o arco; suas construções, para produzirem efeito, dependiam dos fortes contrastes entre luz e sombra nas superfícies horizontais e verticais. Figuras esculpidas preenchiam o frontão de cada extremidade da construção e relevos apareciam nas vigas apoiadas pelas colunas. A escultura normalmente evocava a história de um deus ou herói do lugar. Frontões apresentando elaboradas cenas de ação foram encontrados nos templos de Egina (início do século V a.C.), Olímpia e no Partenon (meados do século V a.C.). Nos relevos, os artistas precisavam esculpir, em planos diferenciados por poucos centímetros, figuras que avançavam e recuavam no espaço. Este efeito foi brilhantemente alcançado no friso do Partenon de Atenas, onde cavaleiros são apresentados em grupos.

As três ordens gregas (dórica, jônica e coríntia).
Este esquema tipológico foi concebido como um modelo que se repetiu indefinidamente por todo o território grego, assumindo algumas variações que dependiam fundamentalmente do sistema formal adotado. Na arte grega foram desenvolvidos três sistemas formais: a ordem dórica, a jônica e a coríntia. A ordem dórica era a mais simples. A jônica, mais esbelta, tinha um capitel decorado por duas volutas (espirais). A ordem coríntia, que surge somente na época clássica, era ainda mais esbelta e ornamentada, sendo famosa pelo seu alto capitel em forma de sino invertido, decorado com folhas de acanto. No período arcaico eram usados os estilos dórico e jônico. O estílo coríntio apareceu mais tarde. O Pártenon e o Templo de Teseu são de estílo dórico. O Erectéion e o Templo de Atena Nike, ambos erguidos em Atenas, são de estilo jônico.
Os templos da Acrópole de Atenas, construídos no século V, representam o apogeu da arquitetura grega. O Parténon, reconstruído em 447 a.C., tornou-se no mais importante templo dórico da Grécia.
Outra das mais importantes invenções da arquitetura grega foi o teatro, geralmente construído na encosta duma colina, aproveitando as características favoráveis do terreno para ajustar as bancadas semicirculares. No centro do teatro ficava a orquestra e ao fundo a cena que funcionava como cenário fixo. Dos muitos teatros construídos pelos gregos destaca-se o famoso Teatro do Epidauro.

Os gregos, inicialmente um conjunto de tribos relativamente autônomas que apresentavam fatores culturais comuns, como a língua e a religião, instalaram-se no Peloponeso nos inícios do primeiro milênio antes de Cristo, dando início a uma das mais influentes culturas da Antiguidade.
Após a fase orientalizante (de 1100 a 650 a.C.), cujas manifestações artísticas foram inspiradas pela cultura mesopotâmica, a arte grega conheceu um primeiro momento de maturidade durante o período arcaico, que se prolongou até 475 a.C. Marcado pela expansão geográfica, pelo desenvolvimento econômico e pelo incremento das relações internacionais, assistiu-se nesta altura à definição dos fundamentos estéticos e formais que caracterizarão as posteriores produções artísticas gregas.
Após as guerras com os Persas, a arte grega adquiriu maior independência em relação às outras culturas mediterrânicas e expandiu-se para todas as suas colônias da Ásia Menor, da Sicília e de Itália (conjunto de territórios conhecidos por Magna Grécia).
Protagonizado pela cidade de Atenas, sob o forte patrocínio de Péricles, o último período artístico da Grécia, conhecido por Fase Clássica, estendeu-se desde 475 a.C. até 323 a.C., ano em que o macedônico Alexandre Magno conquistou as cidades-estados do Peloponeso.
As manifestações artísticas gregas, que conheceram grande unidade ideológica e morfológica, encontraram os seus alicerces numa filosofia antropocêntrica de sentido racionalista que inspirou as duas características fundamentais deste estilo: por um lado a dimensão humana e o interesse pela representação do homem e, por outro, a tendência para o idealismo traduzido na adoção de cânones ou regras fixas (análogas às leis da natureza) que definiam sistemas de proporções e de relações formais para todas as produções artísticas, desde a arquitetura à escultura.

Fontana di Trevi se pinta de Rojo


EFE - viernes, 19 de octubre, 19.45

Roma, 19 oct (EFE).- Unos desconocidos arrojaron hoy en la Fontana de Trevi, de Roma, un líquido que ha teñido sus aguas de un intenso rojo, ante el asombro de los cientos de turistas que allí se encontraban y en un acto de protesta hacia la II "Festa" del Cine, que se celebra en la capital.
Según testigos, un desconocido se acercó hacía la Fontana de Trevi y arrojó en la misma una bolsa con un líquido rojo, que inmediatamente se extendió por todo el agua, dando un desconocido color a uno de los monumentos más apreciados y visitados de Roma, pues el agua circula en circuito cerrado.
Inmediatamente intervinieron los policías que vigilan continuamente la Fontana, pero no pudieron identificar al agresor.
El acto vandálico, que puede poner en peligro el bello conjunto escultórico de mármol que Bernini ubicó en la plaza, ha sido reivindicado por el desconocido grupo "FTM Acción Futurista 2007".
Este grupo dejó abandonada en la fuente una caja con folletos en los que atacan la "Festa" del Cine de Roma.
"Vosotros sobre la alfombra roja, nosotros en una ciudad entera color rojo bermellón. Comienza así, para nosotros futuristas, un nuevo milenio, una nueva adhesión a las evoluciones técnicas y a los nuevos medios expresivos, interpretando una renovación total", se recoge entre la treintena de líneas que figura en cada pasquín.
La Fontana de Trevi, un monumento barroco proyectado y construido por Nicola Salvi y finalizado por Giuseppe Panini, fue inaugurada en 1762 por el papa Clemente XIII.
Fue el escenario que sirvió al cineasta italiano Federico Fellini para inmortalizar el baño de la actriz sueca Anita Ekberg en la película "La dolce vita", bajo la atenta mirada del actor Macello Mastroniani.
De momento, las autoridades han detenido el circuito del agua en un intento de evitar que el movimiento y las pequeñas cascadas que hay en la fuente puedan dañar las esculturas, y a la espera de analizar el colorante usado.

Tuesday, October 09, 2007

Citrawarna Is Indeed All it's Hyped Up To Be

The main event was last night..Citrawarna,the Colours of Malaysia, the big shindig that the Tourism board brought us all here to see. It did not disappoint, beginning with the resplendent arrival of the King and Queen themselves. Alighting from the Royal float, festively decorated in yellow, the king, a short balding man dressed in regal yellow robes, smiling at his subjects, being photographed by a phalanx of video and digital cameras, made his way to his big yellow easy chair on the stage. The show began and it was a crescendo of fireworks, a joyful cacaphony of deafening blasts boom boom boom from the pyrotechnics....there were thousands of dancers dressed in wild outfits. And beauty queens perched on floats.Each of the nine provinces of Malaysia had a chance to show off native dances...I remember Sabah did one dance involving putting down these 6' wooden poles tapping them together and then they would jump in and out between them. Then men and women dressed as horses clashed in a fictional battle, and as far as the eye could see were thousands more dancers coming up to show the King and the rest of us how they could dance and shout. The music was piped in and huge Jumbotrons showed scenes of places like Sarawak, pristine beaches, and remote mountainsides on the screens as the music boomed and dancers grinned. It was more spectacular than any blog can do it justice, and the dancers kept coming in wave after wave. Amazing! Today we fly to the eastern side of the peninsula, hoping that today we can dip ourselves in the ocean. At 10 pm last night it was 85 and humid, so we need a soak in the sea. Today more miso and seaweed to get me going!

Sunday, October 07, 2007

CARTA ABERTA DE ARTISTAS BRASILEIROS SOBRE A DEVASTAÇÃO DA AMAZÔNIA





CARTA ABERTA DE ARTISTAS BRASILEIROS SOBRE A DEVASTAÇÃO DA AMAZÔNIA





Acabamos de comemorar o menor desmatamento da Floresta Amazônica dos últimos três anos: 17 mil quilômetros quadrados. É quase a metade da Holanda. Da área total já desmatamos 16%, o equivalente a duas vezes a Alemanha e três Estados de São Paulo. Não há motivo para comemorações. A Amazônia não é o pulmão do mundo, mas presta serviços ambientais importantíssimos ao Brasil e ao Planeta. Essa vastidão verde que se estende por mais de cinco milhões de quilômetros quadrados é um lençol térmico engendrado pela natureza para que os raios solares não atinjam o solo, propiciando a vida da mais exuberante floresta da terra e auxiliando na regulação da temperatura do Planeta.
Depois de tombada na sua pujança, estuprada por madeireiros sem escrúpulos, ateiam fogo às suas vestes de esmeralda abrindo passagem aos forasteiros que a humilham ao semear capim e soja nas cinzas de castanheiras centenárias. Apesar do extraordinário esforço de implantarmos unidades de conservação como alternativas de desenvolvimento sustentável, a devastação continua. Mesmo depois do sangue de Chico Mendes ter selado o pacto de harmonia homem/natureza, entre seringueiros e indígenas, mesmo depois da aliança dos povos da floresta “pelo direito de manter nossas florestas em pé, porque delas dependemos para viver”, mesmo depois de inúmeras sagas cheias de heroísmo, morte e paixão pela Amazônia, a devastação continua.
Como no passado, enxergamos a Floresta como um obstáculo ao progresso, como área a ser vencida e conquistada. Um imenso estoque de terras a se tornarem pastos pouco produtivos, campos de soja e espécies vegetais para combustíveis alternativos ou então uma fonte inesgotável de madeira, peixe, ouro, minerais e energia elétrica. Continuamos um povo irresponsável. O desmatamento e o incêndio são o símbolo da nossa incapacidade de compreender a delicadeza e a instabilidade do ecossistema amazônico e como tratá-lo.
Um país que tem 165.000 km2 de área desflorestada, abandonada ou semi-abandonada, pode dobrar a sua produção de grãos sem a necessidade de derrubar uma única árvore. É urgente que nos tornemos responsáveis pelo gerenciamento do que resta dos nossos valiosos recursos naturais.
Portanto, a nosso ver, como único procedimento cabível para desacelerar os efeitos quase irreversíveis da devastação, segundo o que determina o § 4º, do Artigo 225 da Constituição Federal, onde se lê:
"A Floresta Amazônica é patrimônio nacional, e sua utilização far-se-á, na forma da lei, dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente, inclusive quanto ao uso dos recursos naturais"
Assim, deve-se implementar em níveis Federal, Estadual e Municipal A INTERRUPÇÃO IMEDIATA DO DESMATAMENTO DA FLORESTA AMAZÔNICA. JÁ!


É hora de enxergarmos nossas árvores como monumentos de nossa cultura e história.
SOMOS UM POVO DA FLORESTA!

Monday, September 03, 2007

Ewan McGregor


O ator Ewan McGregor disse nesta segunda-feira ter se arrependido de participar da série cinematográfica “Guerra nas Estrelas” (“Star Wars”) e definiu a trilogia do diretor norte-americano George Lucas como “os piores filmes” em que atuou.A confissão foi feita de maneira informal a Cameron Glasgow, uma criança de três anos portadora da grave e incurável síndrome de Hoyeraal-Hreidarsson, durante a visita de McGregor a um hospital na Escócia, em uma campanha de arrecadação de fundos para saúde.Hamish Glasgow, pai da menina, ouviu outras opiniões do ator escocês. “Ele disse que seu melhor filme foi ‘Trainspotting’ (Danny Boyle, 1996) e que as produções que menos gostou de fazer foram as de ‘Guerra nas estrelas’“. E completou: “Ele é uma pessoa simples, foi muito gentil com Cameron. Estava bem tranqüilo, nota-se que é um bom pai”.Ewan McGregor participou da série “Guerra nas estrelas” na pele do jovem mestre jedi Obi-Wan Kenobi, nos três episódios mais recentes: “A ameaça fantasma” (1999), “O ataque dos clones” (2002) e “A vingança dos Sith” (2005). O mesmo papel foi interpretado pelo ator britânico Alec Guinness na trilogia original.

Madre Tereza de Calcutá


Madre Teresa de Calcutá sofreu de crise de fé uma vez na vida e, inclusive, duvidou da existência de Deus, segundo cartas que estão sendo publicadas num livro sobre a religiosa."Jesus te ama de uma forma muito especial. No meu caso, o silêncio e o vazio são tão grandes que olho e não vejo, escuto e não ouço", escreveu a missionária a seu confidente, o reverendo Michael Van Der Peet, em 1979.As cartas, muitas das quais Madre Teresa quis rasgar, aparecem em "Mother Teresa: Come Be My Light" ("Madre Teresa: venha ser a minha luz"), livro publicado 10 anos depois de sua morte. Alguns fragmentos chegaram a ser publicados em edição recente da revista Time.Em mais de 40 cartas que cobrem um período de 66 anos, a freira de origem albanesa que dedicou sua vida a trabalhar com os pobres nos subúrbios de Calcutá, na Índia, escreveu sobre a "escuridão", a "solidão" e a "tortura" em que vivia."Onde está minha fé, aqui no mais profundo não há nada, Meus Deus, que dolorosa é esta pena desconhecida. Não tenho fé", escreveu em uma carta."Se há um Deus, perdoa-me, por favor. Quando tento elevar minhas preces ao Céu, há um vazio tão condenador..."."Peço, me agarro, quero, e não há Ninguém para contestar - Ninguém a quem me apegar, não, Ninguém. Sozinha", acrescentou.Em sua juventude, Madre Tereza teve visões. Em uma delas disse que falou com Jesus crucificado.O editor do livro, reverendo Brian Kolodiejchuk, é um membros das Missionárias da Caridade de Madre Teresa e foi responsável pelo pedido de sua santificação."Nunca li a vida de um santo com uma escuridão espiritual tão profunda. Ninguém sabia que ela estava tão atormentada", disse Kolodiejchuk à revista Time."Li uma carta para as irmãs (as Missionárias da Caridade) e elas ficaram boquiabertas. O livro dará uma nova dimensão à maneira como as pessoas a vêem", acrescentou o reverendo.Madre Teresa foi beatificada em 2003, seis anos depois de sua morte, quando o Papa João Paulo II acelerou seu processo de santificação."Se um dia eu for Santa, serei com certeza a santa da escuridão'. Estarei continuamente ausente do Paraíso", escreveu.

O Beijo


O primeiro beijo de um casal pode determinar o sucesso da relação no futuro, segundo indica uma pesquisa sobre o ato de beijar realizada por pesquisadores da Universidade de Nova York. No estudo, que analisou reações e percepções de 1.041 pessoas sobre o beijo, 59% dos homens e 66% das mulheres disseram já ter descoberto, após o primeiro beijo, não estarem mais interessados em alguém por quem se sentiam atraídos anteriormente.“O que ocorre durante um primeiro beijo pode ter um efeito profundo sobre o futuro do relacionamento”, relataram os autores da pesquisa no artigo publicado na revista científica Evolutionary Psychology. “Talvez o beijo nessas circunstâncias pode ativar mecanismos evoluídos que funcionam para desencorajar a reprodução entre indivíduos que podem ser geneticamente incompatíveis”, dizem os pesquisadores.Forma de avaliação
O estudo indicou ainda que as mulheres em geral dão mais importância aos beijos do que os homens. Elas utilizariam o ato inicialmente como uma forma de avaliar o receptor do beijo como um parceiro em potencial e, posteriormente, como forma de manter a intimidade e de analisar a condição do relacionamento.Segundo o estudo, as mulheres teriam mais propensão em avaliar as habilidades do parceiro com pistas químicas (como o hálito e o gosto de suas bocas) e tomariam a aparência dos dentes como uma das principais variáveis analisadas para tomar a decisão de beijar alguém.Os homens, por sua vez, utilizariam o beijo primordialmente como ferramenta para aumentar a possibilidade de envolvimento em uma relação sexual, segundo a pesquisa.Eles teriam menos reservas em relação à escolha de alguém para beijar ou manter uma relação sexual.
Os homens estariam mais propensos a ter sexo com alguém sem beijar, a ter sexo com alguém a quem não se sentem atraídos ou com alguém que consideram não beijar bem. E, ao contrário das mulheres, que consideram o beijo importante ao longo de todo o relacionamento, para os homens o ato perde importância com o passar do tempo.Beijos molhados
A pesquisa indicou ainda uma diferença no tipo de beijo preferido por homens e mulheres. Os homens declararam preferir beijos mais molhados e com mais contato de língua. Segundo os pesquisadores, isso poderia ser resultado de os homens terem menos capacidade de detecção químico-sensorial em relação às mulheres, necessitando assim de uma maior quantidade de saliva para fazer sua avaliação da parceira.Além disso, eles consideram que a troca salivar poderia ter uma função biológica de introduzir substâncias como hormônios ou proteínas nas bocas das mulheres para tentar influenciar sua propensão à relação sexual.Segundo o coordenador da pesquisa, Gordon Gallup, o beijo se desenvolveu ao longo do tempo para se tornar uma parte essencial do processo de flerte. Ele disse, porém, que “enquanto ambos os sexos participam dos benefícios adaptivos do beijo, a pesquisa indicou diferenças sexuais quando considerada a busca de estratégias de relacionamento de curto prazo contra o longo prazo”.

Sunday, August 19, 2007

Desastre no Perú



Em meio aos esforços de resgate e de ajuda humanitária após o forte terremoto que atingiu o sul do Peru na quarta-feira, as autoridades do país pediram neste sábado calma à população, que teme novos tremores e a situação de desespero que predomina nas ruas. Durante a madrugada deste sábado, a população das principais cidades afetadas permaneceu em pânico por causa dos saques e dos atos de vandalismo que aumentaram nas últimas horas.O tremor, no início da noite de quarta-feira, provocou destruição na capital, Lima, e devastou outras cidades da região, como Pisco, Ica e Chincha. Os bombeiros contabilizam 510 mortes até agora, e dezenas de milhares de pessoas ficaram desabrigadas.A igreja de San Clemente, localizada na praça central de Pisco, se tornou um dos símbolos da tragédia que se abateu sobre a região. Até a madrugada deste sábado, 127 corpos já haviam sido retirados dos escombros da igreja. Após o tremor de quarta-feira, de 8 graus na escala Richter, tudo o que sobrou da construção colonial foi a fachada.Apesar da falta de esperança de encontrar sobreviventes entre os escombros da igreja, os bombeiros conseguiram resgatar com vida na sexta-feira o padre José Emílio Torres Mota, que celebrava uma missa no momento em que o teto desabou. As equipes de resgate continuam trabalhando no local. Estima-se que ainda haja cerca de 40 corpos entre os escombros.DesabrigadosO número de famílias que ficaram desabrigadas aumentou de 17 mil para 33 mil em toda a região sul do Peru. Os tremores secundários que ocorrem desde quarta-feira terminam de destruir as poucas casas que ainda se mantinham de pé. Os moradores das cidades de Ica, Chincha e Pisco passaram a terceira noite depois do terremoto ao relento.Na maior parte da região sul do Peru, a mais atingida pelos tremores, ainda não foi restabelecido o abastecimento de energia elétrica. Não há água. A conexão telefônica já funciona, mas com dificuldade.Em Chincha, uma pessoa ficou ferida durante um assalto a um hospital. Uma testemunha disse que os assaltantes entraram na clínica para roubar equipamentos e remédios.Em Pisco também foram registrados roubos. Os assaltantes aproveitam a falta de luz para entrar nas casas e lojas destruídas pelo terremoto e levar os poucos objetos de valor que ainda restam.Em Chincha, dos 600 detentos que fugiram após a queda de um muro na prisão da cidade, apenas 75 haviam sido recapturados até este sábado.Nervosismo e impaciênciaHá uma sensação de nervosismo e impaciência pela falta de segurança. Para evitar os atos de vandalismo, o governo peruano enviou durante a madrugada mais 600 policiais à região sul do país. Apesar da solidariedade dos peruanos e das organizações humanitárias, a ajuda demora a chegar às cidades mais atingidas pelo terremoto. A desorganização também impede que a distribuição seja rápida. Ainda há cidades às quais a ajuda do governo não chegou.No fim da tarde da sexta-feira, um helicóptero da Marinha, que levava cinco toneladas de alimentos, remédios e água, caiu sobre o teto de uma construção em Ica quando se aproximava da cidade. Os sete ocupantes se salvaram. Os moradores, que esperavam os alimentos, entraram em pânico porque temiam outro desastre.

O fotógrafo americano Spencer Tunick

Quase 600 homens e mulheres posaram nus neste sábado para o fotógrafo americano Spencer Tunick em um declive de uma geleira dos Alpes suíços que está derretendo.
A sessão de fotos na geleira de Aletsch foi encomendada pelo grupo ambientalista internacional Greenpeace como parte de uma campanha de conscientização sobre o aquecimento global.

Apesar do cenário alpino, a mais de 2.300 metros acima do nível do mar, a temperatura durante a sessão de fotos estava bem amena, entre 10º e 15º C.O fotógrafo Spencer Tunick se especializou em fotografar grandes grupos de pessoas nuas, no que ele chama de “paisagens de corpos”.



A geleira de Aletsch é protegida como Patrimônio da Humanidade pela Unesco.

Monday, July 16, 2007

Por Selman Vallejo



La tercera edad en Cuba suena tan hermoso. La vimos todos en la película Buena Vista Social Club. Estos joviales y cariñosos viejos señores que, en el medio de la pobreza tan pintoresca de La Habana, tararean nostálgicamente las notas de sones y boleros. Son los mimados del estudio EGREM, su gobierno los promueve, viajan al extranjero, admiran los rascacielos de Manhattan y son ovacionados por su actuación en el Carnegie Hall de Nueva York.
Después de haber visto esta película, uno casi desea ser una persona anciana en Cuba. Todo parece tan romántico, tan tropical, tan macho y sin embargo tan tierno.El que estropea el cuadro es Adolfo Fernández Sainz, un traductor del Estado devenido periodista disidente, quien al estrenarse la película, mientras los otros la reseñaban por sus valores musicales, escribió en un despacho para Reporteros sin Fronteras: "Cuando el guitarrista estadounidense Ry Cooder se topó con estos ancianos totalmente olvidados [...] sus vidas transcurrían en la miseria, pasando hambre, limpiando zapatos, pidiendo limosna y ahogando en alcohol barato sus nostalgias de mejores épocas."
¿Miseria? ¿Hambre? Ésas no son palabras que el gobierno cubano usa cuando se vanagloria del cuidado de los ancianos. El régimen niega que la pobreza y el hambre existan en Cuba y que aflijan a los ancianos. Dice la propaganda: "La vejez en Cuba es digna y segura."
Pero eso es mentira: La vejez en Cuba ni es digna ni segura.
"Trabajé toda mi vida en los muelles de la Habana para ganar ahora una basura de retiro. Estoy obligado a vender el café y los cigarros que me tocan por la libreta de racionamiento para poder comer. Los policías nos acosan constantemente, pero no pueden con nosotros, la necesidad es mucha y el hambre es mala consejera", le dijo un hombre de 72 años de edad al periodista independiente Julio César Gálvez.
En el 2001, Jorge Olivera, quien una vez trabajara en los medios de prensa del Estado, después de mirar un programa de televisión alabando el cuidado de los ancianos, comparó este cuadro idílico con la realidad diaria: "...y observar al siguiente día al ejército de viejos desamparados que tienen que vender sus exiguas cuotas alimenticias para poder sobrevivir."
José Izquierdo, otro periodista independiente, escribió en 2003: "Internados en el hogar de ancianos 'Mario Muñoz Monroy', ubicado en el municipio Güines de provincia La Habana, denuncian los maltratos que les infligen en esa instalación..." Pero ¿por qué se quedan? Izquierdo explicó: "por lo general no van a sus hogares debido a que las pensiones que cobran no les permiten costear sus gastos básicos."
Es cierto: los salarios en Cuba son tan bajos que hacen matemáticamente imposible adquirir suficientes productos para alimentarse. Son el equivalente de ocho dólares al mes, costando una botella de aceite o un litro de leche dos dólares cada uno y disponibles solamente en las tiendas que venden en dólares.
Para poder sobrevivir los ancianos tienen que arreglárselas solos y como puedan. Vendiendo lo poquito que tienen. Muchos ya tienen dentaduras postizas, lo que resulta una bendición porque así venden su cuota de pasta de dientes. Y si padecen de hipertensión pueden revender la de café también.
La gran mayoría de los ancianos en Cuba no tiene ayuda de familiares en el exterior y si no pueden contar con la Iglesia �cuya obra caritativa está constantemente trabada por el Estado� se quedan sin alternativa, dado que el Estado es también incapaz de proveerla.
Víctor Rolando Arroyo, un activista de la oposición de Pinar del Río, habló de este fenómeno hace dos años: "se evidencia la hostilidad del régimen hacia algunas instituciones religiosas que intentan facilitar alimentos, reparar viviendas o prestar algunos otros servicios básicos al creciente y necesitado segmento social de los ancianos pinareños." Edel José García, un periodista de la agencia independiente Centro Norte Press, describe las condiciones en un asilo de ancianos en Villa Clara: "los baños permanecen sucios y la pestilencia contamina el ambiente, la ropa de cama no se lava debidamente y cucarachas, ratones, moscas y mosquitos pueden observarse en el lugar lo mismo en horas diurnas que nocturnas".
Normando Hernández habló con algunos internados de un asilo en el poblado Céspedes, provincia de Camagüey: "Me estoy muriendo de hambre. Esto está muy malo. Ni siquiera hay un poco de azúcar para tomársela con agua", declaró un anciano de 89 años. "Los viejitos asilados se ven mugrientos, el hogar huele a orines y heces fecales en todas partes" dijo a Normando otro residente de esta institución.Si esta es la situación real, ¿por qué la opinión pública mundial considera que Cuba es un brillante ejemplo del cuidado de sus ancianos? ¿Por qué este cuadro sombrío es tan desconocido?
La respuesta es simple. Fidel Castro no quiere que esto se conozca, por eso mandó a detener a los periodistas antes mencionados y los echó en la cárcel después de juicios sumarios que nada tienen que ver con la justicia: Adolfo y Julio César por quince años cada uno, Jorge y José por dieciocho años, Víctor Rolando por veintiséis años (es periodista y activista, por eso en la torcida mente de las autoridades cubanas se merece mayor castigo), Edel por quince años y Normando por veinticinco años.
Pero otros que permanecen libres (bueno, relativamente libres) continúan escribiendo y preparando documentación fotográfica sobre la situación de los ancianos en Cuba. Entre los valientes autores de las crónicas están Adela Soto Álvarez y el fotógrafo Luís Alberto Pacheco Mendoza, ambos de Pinar del Río. Luís Alberto, quien tomó esta fotografía, explicó por qué quería que su nombre sea publicado: "Alguien tiene que hacerlo, alguien tiene que sacar estos abusos a la luz. No soy un héroe, no me gusta el peligro y no quiero ir a prisión, pero lo estoy haciendo por mi familia, por mi hijita y por mi país." Y agregó: "Lo que sucede en esos lugares es homicidio a largo plazo. De estos oscuros rincones de la vida en Cuba nadie sabe, ni siquiera la mayoría de los cubanos. Y lo que ustedes ven es sólo una parte; lástima que las fotografías no puedan traer los sonidos y especialmente los olores."
Su colega Adela describió las condiciones en la institución de la foto del encabezado:
"El panorama del asilo de ancianos de Pinar del Río no solamente presenta dificultades constructivas, de mobiliario y hacinamiento, entre otros descalabros dentro de las violaciones sanitarias y humanas. En él se destacan, entre los mugres llamados sábanas, la fetidez que provocan las orinas y las heces fecales que permanecen en los pisos, paredes y camas, al libre albedrío de los infelices ancianos seniles. Los encamados permanecen sobre pedazos de nylon, sin otra tela que les resguarde en cuerpo, lo que agudiza las afecciones dermatológicas y las escaras en glúteos y caderas."
En el hagiográfico filme Comandante, Oliver Stone muestra a Fidel Castro sometiéndose de manera "espontánea" a un electrocardiograma y diciendo "casualmente" que puede vivir cien años. Esta es una mala noticia para la mayoría de los cubanos, quienes se dan cuenta de que los tan esperados cambios en Cuba se producirán sólo cuando el "hecho biológico" (la muerte de Castro) finalmente ocurra, y mientras más demore mayor será el sufrimiento que éste inflija a sus súbditos. La mayoría de la gente de la isla desea que el "factor" llegue pronto. Algunos, sin embargo, secretamente desean que Castro viva una larga, muy larga vida, pero fuera del poder y fuera de los privilegios �si es posible, en una de esas instituciones�, para que sienta en su propio pellejo en qué se han convertido "dignidad y seguridad" en Cuba bajo su dominio. -

LAS SOCIEDADES DEL BIENESTAR


Dime tres logros de la Revolución, pregunta un chiste cubano. La respuesta, obvia: la educación, la salud, el deporte. ¿Y los tres mayores fracasos? Unos segundos de silencio... y el narrador contesta: "El desayuno, el almuerzo y la comida". La broma, que es muy seria, adquiere estos días especial actualidad; casi un año después de que Fidel Castro delegara "provisionalmente" todos sus cargos por una grave enfermedad, aliviar las desesperantes estrecheces y padecimientos cotidianos de la población es para el Gobierno interino de Raúl Castro una prioridad.
El 75 % de las familias no llega a fin de mes y emplea tres cuartos de sus ingresos en la compra de alimentosLa cantidad de pasajeros transportados hoy por el servicio público de autobuses en todo el país es similar a la de 1964Desde hace meses, la radio y la prensa critican la ineficiencia estatal y la burocraciaDesde que el pasado 31 de julio asumió poderes, el jefe del Ejército y sucesor constitucional de Fidel Castro ha incorporado a ministros y colaboradores a la tarea de mejorar las duras condiciones de vida de la población, asfixiada por el problema de los salarios que no alcanzan, los elevados precios de los alimentos, la pésima situación del transporte y la vivienda y un sinfín de dificultades para todo.
Si en los noventa, cuando la isla se hundía en la pesadilla del Periodo Especial, Raúl Castro pronunció aquella frase de "los frijoles son más importantes que los cañones", ahora la consigna parece ser "Producción o muerte". El mensaje es claro: la Revolución y su continuidad dependen de "hacer eficiente" la economía. Sin producir es imposible repartir y mejorar, se admite; y cada vez hay más certeza de que las urgencias mandan.

Ibiza



Calor desponta no Hemisfério Norte28/04/2006 - 14:46:00
Que São Francisco, que nada. A capital GLS do planeta é Ibiza. Visitada à exaustão por gays e lésbicas do mundo inteiro, a ilha do Mar Mediterrâneo ainda é a preferida pela maioria das pessoas. Também pudera. O lugar tem o mar mais limpo e transparente de toda Europa, o clima é ensolarado na maior parte do ano, a cultura e a arquitetura local são incríveis. O que atrai o público gay-friendly, porém, são as praias de nudismo exclusivamente para gays e lésbicas. São elas: Las Salinas (foto) e Es Cavellet. Durante o dia, o povo literalmente desfila por suas areias e a competição para ver quem tem o corpo mais escultural é ferrenha. A paquera, claro, é intensa.Outra grande atração de Ibiza é sua vida noturna. Agitadíssima e democrática, ela se divide entre o Centro e o bairro Alfonso. Comece seu roteiro pela Plaza de Villa e pela Calle de La Virge, onde dá para conhecer gente e descobrir se há alguma festa em uma das lindas casas da ilha. As festas são ótimas, mas os clubes também. Os melhores são o Privilege e o Amnesia. A Pacha é um clássico da noite mundial, e merece uma visitinha. E, no final, todos terminam a noite no Ânfora. Existem muitos bares em Ibiza, mas a maioria é segmentado: franceses vão ao JJ, ingleses ao Teatro e alemães ao Leon. O Angellus é o maior e não tem esse tipo de distinção, então também vale a pena.